O SMS tem mais de trinta anos e quase não mudou. É justamente essa sobriedade que faz dele, ainda hoje, um canal ideal para uma mensagem discreta.
1992: três palavras a partir de um computador
O primeiro SMS de todos, «Merry Christmas», é enviado em dezembro de 1992 a partir de um computador para um telemóvel. Já então, o remetente não era uma pessoa claramente identificada pelo aparelho, mas um ponto de entrada técnico. O SMS nasceu do lado da máquina.
Uma limitação tornada assinatura
Por falta de espaço na sinalização da rede, os engenheiros limitam a mensagem a 160 caracteres através do alfabeto GSM-7. Esta limitação forjou um estilo: curto, direto, sem floreados. Ideal quando não se assina.
Universal onde as aplicações se fragmentam
Onde o RCS e as aplicações de mensagens procuram enriquecer a conversa — e ligá-la a uma identidade —, o SMS continua a ser o mais pequeno denominador comum: chega a todos os telemóveis, sem conta. O nosso comparativo SMS ou RCS mostra o que se ganha e o que se expõe ao passar de um para o outro.
Sempre vivo
Milhares de milhões de SMS continuam a circular todos os dias. Curioso quanto ao volume que passa pelo nosso gateway? O contador em tempo real e as nossas estatísticas dão uma ideia da dimensão. Um formato antigo, mas uma discrição que não ganhou uma ruga.



